sexta-feira, 4 de março de 2016

Resumo de Edipo Rei

 
LEMBRAM DA NOVELA?


                Édipo Rei é uma peça de Sófocles – dramaturgo grego – e se trata da tragédia que se abate sobre a família de Édipo.
Sófocles, autor de Édipo Rei: fotografia do livro Bibliothek des allgemeinen und praktischen Wissens (1908) da estátua em mármore, atualmente mantida no Museu Profano do Latrão (católico), em Roma, Itália.

A história começa com um Sacerdote de Tebas que vem implorar a Édipo por ajuda porque sua cidade passa necessidades. Para decidir o que fazer, o rei Édipo manda Creonte (seu cunhado) ir até o Oráculo perguntar o que Deus Apolo quer que seja feito.
O conselho de Apolo é “de limpar a imundície que corrompe este país, e não deixá-la crescer até que se torne inextirpável.”
Esse é um conselho genérico mas logo descobrimos que Apolo quer que Édipo encontre o assassino de Laio (Rei antes de Édipo) e o entregue à justiça.
                Achando tudo muito razoável, Édipo decide ele próprio se encarregar da investigação. Mas por onde começar? Chama, então, Tirésias – o adivinho da cidade para que ele possa dizer o nome do assassino.  Mas Tirésio vê algo muito mais perturbador: o assassino está tão perto que ninguém imagina quem é, ele tem como sina ter assassinado o próprio pai e casado com a mãe, sem ter nenhuma ideia disso e essa pessoa é o próprio Rei.
                O horror se instala e Édipo culpa seu cunhado por armar uma brincadeira sem graça para desmoralizá-lo e tirá-lo do poder. O cunhado nega mas é afastado da Corte. A Rainha Jocasta, no entanto, não acredita em nada disso de previsões e adivinhações. Ela explica que seu ex marido – Laio – também tinha recebido uma notícia terrível do Oráculo: que ele morreria pela mão de seu filho. Então, quando a criança nasceu ele a mandou embora a fim de nunca poder se aproximar dele.
                Ao narrar a morte de Laio, Jocasta lança luz no acontecimento e assusta Édipo.
 Isso porque ele foi um filho “adotivo” de um casal pobre e quando pediu a Apolo que confirmasse se isso era verdade ou não, Apolo lhe disse que ele mataria seu pai. Com medo do que poderia acontecer, Édipo foge da cidade e encontra pelo seu caminho um grupo de homens que o tratam mal. Indignado com isso, ele mata todos restando apenas um que foge. Mas Jocasta está segura de que seu filho com Laio morreu e o acalma. Nesse meio tempo, o pai adotivo de Édipo morre e ele sente-se livre da “maldição”, afina seu pai morreu de velho e ele não teve nada a ver com isso.
Claro que nada fica obscuro por muito tempo e logo descobrimos que Édipo é, sim, filho de Laio e a profecia de realizou. Jocasta se suicida de desgosto e Édipo fura seus próprios olhos.
A peça foi a base para a teoria de Complexo de Édipo de Freud: quando uma criança atinge a maturidade sexual, ela entende as diferenças entre os sexos e tem sentimentos contraditórios de amor e hostilidade (amor à mãe e ódio ao pai), provando a importância da obra.
São apenas 92  páginas de história bem escrita.


Édipo e a esfinge - 1808, pintura de Jean Auguste Dominique Ingres; Paris, França.

 Referências:

Pesquisar aqui

Frase do dia