sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

O nascimento da Arte: da Pré-História à Idade Média


A arte nasceu há 25 mil anos, quando o homem de Neanderthal evoluiu para o  homem de Cro-magnon. 
O aumento de inteligência trouxe a imaginação e a habilidade de criar imagens esculpidas e pintadas. A arquitetura nasceu com a construção de monumentos destinados a rituais.
Durante milhares de anos, acompanhando a ascensão e a queda de cada civilização, essas três formas de arte – Pintura, escultura e arquitetura – encarnaram as ambições, os sonhos, os valores da cultura.
Embora os primeiros artistas fossem anônimos, muito do que sabemos sobre as sociedades antigas vem da arte que nos legaram. 
Os zigurates e os baixos-relevos encontrados nas ruínas da Mesopotâmia e nas pirâmides do Egito dão testemunho de civilizações complexas. 
A arte grega atingiu o pináculo da beleza quando o respeito pelo indivíduo floresceu em Atenas; as relíquias romanas atestam o poder do maior império no mundo antigo.
Os artistas se especializaram cada vez mais em representar a figura humana em espaços realísticos até a Idade Média, quando a arte mudou radicalmente. 
Com o triunfo do Cristianismo, o interesse pelo corpo e pelo mundo declinou rapidamente. A pintura e a escultura estilizadas passaram a existir apenas para ensinar religião e adornar catedrais – verdadeiras obras-primas do período medieval.
Entre 25000 a.C e 1400 d.C., a história da arte não é uma história de evolução do primitivo para o sofisticado, nem do simples para o complexo, mas uma história das formas variadas que a imaginação assumiu na pintura, na escultura e na arquitetura.

STRICKLAND, Carol. Arte comentada: da pré-história ao pós-modernismo.

Rio de Janeiro: Ediouro, 1999.

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