sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Revisão de Arte para Enem 2013

1)      (UEM – PR)
É possível dizer [...] que arte são certas manifestações da atividade humana diante das quais nosso sentimento é admirativo, isto é: nossa cultura possui uma noção que denomina solidamente algumas de suas atividades e as privilegia. Portanto, podemos ficar tranquilos: se não conseguimos saber o que é arte, pelo menos sabemos quais coisas correspondem a essa ideia e como devemos nos comportar diante delas.
COLI, Jorge. O que é arte. São Paulo: Brasiliense, 1996. p.8
Diante do exposto pelo autor, é correto afirmar que:
(01)     Caso uma pintura ou uma escultura, independente do prestígio social do artista, não seja admirada por um certo número de pessoas, ela já não pode mais ser considerada uma obra de arte.
(02)     A definição de obra de arte varia no tempo e no espaço, porém a definição de arte como manifestação da atividade humana é a mesma em todas as sociedades no passado e no presente.
(03)     Certos meios expressivos, como as histórias em quadrinhos, não podem ser considerados obras de arte, porque, na sociedade contemporânea, somente são assim definidos os objetos expostos nas galerias e nos museus.
(04)     Em uma sociedade complexa como a que vivemos, a aceitação de uma definição de obra de arte depende, entre outros fatores, das convenções estéticas e do acesso dos cidadãos às diferentes manifestações artísticas.
(05)     Embora a definição de arte dependa da cultura na qual estamos inseridos, não podemos deduzir do texto que só é possível reconhecer um objeto como obra de arte quando há consenso a respeito dessa definição.

2)      (UEL – PR) Leia o texto, analise as figuras e responda à questão:
Texto
A produção artística chega a nós, hoje dos mais variados modos, e sua divulgação sofre interferências da mídia, governos. [...] a tecnologia existente hoje fez com que obras de arte se reproduzissem fantasticamente. Mona Lisa, por exemplo, existe apenas no Museu do Louvre, em Paris, mas hoje vemos “Mona Lisa” espalhadas aos milhares, aos milhões pelo mundo. Quem já não a viu estampada em camisetas, cinzeiros, chaveiros e até fazendo propaganda de jeans em revistas?
Quantas releituras, citações, apropriações já não foram feitas dessa obra?
MARTINS; PICOSQUE;GUERRA. Didática do ensino da arte: a língua do mundo:
poetizar, fruir e conhecer arte. São Paulo: FTD, 1998. p.76-78
Considere as afirmativas a seguir:
A.           A apropriação e a citação de obras de arte, ou de parte delas, tanto na propaganda como na arte, cumprem a mesma função.
B.            A reprodução da obra de arte, de certa forma, democratiza-a e a torna acessível à grande maioria da população.
C.            O processo de releitura pressupõe ir além da reprodução, pois significa reinterpretar e, por isso, criar novos significados.
D.           O aspecto quase sagrado que somente a obra original possui se perde à medida que esta é reproduzida em grande escala.
Assinale a alternativa correta:
1)             Somente as afirmativas A e C são corretas
2)             Somente as afirmativas A e D são corretas
3)             Somente as afirmativas B e D são corretas
4)             Somente as afirmativas A, B e C são corretas
5)             Somente as afirmativas B, C e D são corretas

3) (UNESP) A peça Fonte foi criada pelo francês Marcel Duchamp e apresentada em Nova Iorque em 1917.
(Fonte: obra de Marcel Duchamp, fotografada por Alfred Stieglitz)
A transformação de um urinol em obra de arte representou, entre outras coisas:
a)     A crítica à vulgarização da arte e a ironia diante das vanguardas artísticas do final do século XIX.
b)    A vontade de expulsar os visitantes dos museus, associando a arte a situações constrangedoras.
c)     O esforço de tirar a arte dos espaços públicos e a insistência de que ela só podia existir na intimidade.
d)    A alteração do sentido de um objeto do cotidiano e uma crítica às convenções artísticas então vigentes.
e)     O fim da verdadeira arte, do conceito de beleza e importância social da produção artística.


4) (UEL-PR) O teatro, ao que se pode ver em todos os tipos de organizações sociais do homem que chegaram a cultivá-lo em suas formas artísticas, sem mencionar as suas manifestações fora do código da intencionalidade culta, não é um produto determinado apenas pelas condições e estruturas socioeconômicas e estético-culturais [...]. Mas é preciso lembrar, não somente como curiosidade, que, ao definhamento ou desaparecimento, por exemplo, no ocidente, de suas cristalizações estilísticas, sempre sucedeu o surgimento e o amadurecimento de outras. O teatro não morreu porque o Classicismo se misturou ao Barroco ou porque o Romantismo foi desembocar no Naturalismo ou no Simbolismo se perdeu no Modernismo. Tampouco a transformação da sociedade feudal na capitalista ou desta em outras modalidades mais avançadas de organização humana o extinguiu, nem o levou sequer à dissolução na festa cívica ou no ritual de massa. As próprias formas primitivas de sua gênese, a partir dos cerimoniais de toda espécie, e de sua eclosão nos gêneros populares do mimo, do tablado de feira, do circo, dos espetáculos de bonecos, de sombras, etc., para não mencionar o próprio carnaval, indicam que a sua seiva tem fontes situadas não só no processamento sociocultural da existência humana. O mínimo que se pode dizer, a esta altura, é que ele decorre de uma necessidade antropológica.
GAINSBURG, Jacó. Da cena em cena: ensaios de teatro. São Paulo: Perspectiva. 2001. p. 33-34
Assinale a alternativa cuja afirmação sobre teatro corresponde ao texto acima:
a)      É inegável o incentivo ao teatro nas nações, sociedades e culturais tecnicamente mais avançadas, no entanto a História registra o desaparecimento do teatro em momentos de crise cultural.
b)      O processo sociocultural da existência humana impede que as manifestações culturais populares possam ser vistas como motivação para o teatro.
c)      O problema da subsistência e da pertinência do teatro é uma questão alheia à cultura do homem, sobretudo na modernidade industrial e na pós-modernidade midiática.
d)     O teatro, com sua visceralidade, é incapaz de atingir o homem, sobretudo em sua sensibilidade porque se tornou, depois de sucessivos estilos, cultura de massa.
e)      O teatro sobrevive a processos históricos, estéticos e políticos, calcando-se em sua capacidade de comunicação com o homem, com as sinalizações expressivas de seu corpo a corpo vital e sensível.

5) (Positivo, adaptado) Leia os textos e responda a questão.
Texto 1
Texto 2
Altar-mor da Basílica de Nossa Senhora
do Carmo, Recife - PE
No dia de quarta-feira de cinzas
Que és da terra Homem, e em terra hás de tornar-te,
Te lembra hoje de Deus por sua Igreja,
De pó te faz espelho, em que se veja
A vil matéria, de que quis formar-te.

Lembra-te Deus, que és pó para humilhar-te,
E como o teu baixel sempre fraqueja
Nos mares da vaidade, onde peleja,
Te põe à vista a terra, onde salvar-te.

Alerta, alerta pois, que o vento berra,
E assopra a vaidade, e incha o pano,
Na proa a terra tens, amaina, e ferra.

Todo o lenho mortal, baixel humano
Se busca a salvação, tome hoje a terra,
Que a terra de hoje é porto soberano.
MATOS, Gregório de. Obra completa. Rio de janeiro: Record, 1992. P. 78
 6) O altar da basílica de Nossa Senhora do Carmo e o poema de Gregório de Matos (1636 - 1695) são obras artísticas do século XVII. Consciente dessa informação identifique elementos que sejam comuns a ambos.
A.    No âmbito do conteúdo, a temática está presente tanto no poema como no altar que opera o espaço de culto religioso e o ornamento estético
B.     No âmbito da forma, destacam-se no altar o exagero no número de imagens e o rebuscamento das formas
C.     No poema, a série de imagens: a primeira, a do espelho e, a segunda, a analogia entre a existência humana e o baixel, que navega “nos mares da vaidade
D.    Estão corretas apenas as alternativas B e C
E.     Estão corretas todas as alternativas

6) (Positivo, adaptado)
Texto
Foram dois historiadores da Arte, no início do século XX, que deram as principais diretrizes para o conhecimento da produção intelectual dos séculos XVI ao XVIII. Heinrich Wölfflin percebeu que a arte realizada a partir da metade do século XVI possuía grande oposição entre claro e escuro, além de revelar a valorização das curvas. Werner Weisbach, notou que a popularização presente na arte barroca era decorrente do contexto histórico em que ela foi produzida. Como a Contrarreforma desencadeou o conflito com a Reforma Protestante, a arte desse período acabou por ser chamada de Arte Contrarreforma. [...]
DIAS, Nathalia Saliba; KALIL, Sérgio Augusto. Literatura brasileira: ensino médio, 1ª série.
Curitiba: Positivo, 2010 p. 10

Analise o quadro com base nos seus conhecimentos sobre as características do Barroco. É incorreto afirmar que
a)    No quadro, há preferência pela espacialidade profunda e por estruturas dinâmicas.
b)   Revela oposição aos modelos estáveis, refletindo uma visão de mundo que estava em movimento e mudança.
c)    O objeto retratado não é uma única figura, mas se diversificava na presença de uma cena central em várias secundárias.
d)   A representação de cena prosaica servia para demonstrar o homem em conflito entre o transcendental e o terreno.

CARAVAGGIO, Michelangelo Merisi da. Vocação de São Mateus. Igreja São Luis
dos Franceses, Roma
.
7) (UEM -PR) No romantismo francês, o homem perde a soberania. As mulheres passam a ser objeto de adoração. O homem vive na órbita de sua misteriosa força, de sua superioridade sexual demonstrada pela maternidade. Ela complementa o homem, mas o seu papel é o de esposa e mãe, submissa e dependente. Ao mesmo tempo, ela é vista como dominadora, manipula os homens, conduz o relacionamento.
OLIVEIRA, Malu. Homem e mulher e caminho do século XXI. São Paulo: Ática, 1997, p.36.
Acerca das figuras feministas na arte romântica, assinale o que for correto:
a)        A expressão artística das obsessões masculinas descritas pelo texto chegou ao auge com Leonardo da Vinci, que fez da Mona Lisa e de Santa Ana as sínteses de todos os traços femininos desvalorizados pelos românticos.
b)        Alguns românticos contribuíram para fortalecer as fantasias eróticas ocidentais, como foi o caso daqueles que se dedicaram a pintura de odaliscas e cativas sensuais, bem como dos que acreditavam ser desregrada a vida nos haréns orientais.
c)        Ao contrário dos pintores, os romancistas ligados ao Romantismo não se interessavam de forma direta por personagens femininos, preferindo a caracterização de heróis galantes, aventureiros e conquistadores.
d)       O extraordinário e famoso quadro A Liberdade guiando o povo, de Eugène Delacroix, uma exaltação à Revolução de 1830, na França, faz da mulher um símbolo materno a conduzir, com a bandeira francesa na mão, os filhos da pátria.
e)        Personagens retiradas das mitologias e religiões da Antiguidade, como Salomé e Semíramis, serviram para retratar os traços dominadores, que muitos românticos atribuam às mulheres.

8) (Faap - SP) A pintura do século XX evolui do figurativismo estilizado até a abstração pura. Entre as principais correntes merece relevo o expressionismo, resultado das inovações de Van Goh, consistindo na tendência de deformar as figuras com o objetivo de mostrar os sentimentos do artista ou o seu modo de ver o mundo e mais:
I.   O Cubismo, de Bracque   e Picasso, tenta desvendar a estrutura dos objetos, destruindo totalmente a aparência dos mesmos e fazendo da pintura um ato completamente intelectual.
II.  O Futurismo de Boccioni, Carrá e Duchamp, aceitando a despoetização do mundo, acaba por se transformar num mundo caricatural e burlesco de exaltação à máquina e à velocidade da era industrial burguesa, servindo de suporte ideológico ao Fascismo de Mussolini.
III.  O Dadaísmo (de dada – “cavalo” em francês, na linguagem infantil), fundado pelo poeta romeno Tristan Tzara, condena a ordem que produziu a Primeira Guerra e critica a civilização, a religião e a moral. As declarações dos dadaístas são confusas propositalmente, objetivando, pela brincadeira, ridicularizar a sociedade, a arte e a cultura tradicional.
Escolha a alternativa com apoio no seguinte código:
a)        Desde que estejam corretas as afirmações  I, e II
b)        Desde que estejam corretas as afirmações I e III
c)        Desde que estejam corretas as afirmações I, II e III
d)       Desde que estejam corretas as afirmações II e III

9) (UFPE, adaptado) Os movimentos culturais do final do século XX dialogavam com as mudanças que ocorriam na sociedade ocidental, com a afirmação do modo de produção capitalista e com a afirmação do modo de produção capitalista e com as novas formas de pensar e de sentir o mundo. Com o modernismo e as vanguardas artísticas, houve mudanças importantes, exceto:
a)        Com obras que causaram impacto, houve um rompimento frente aos modelos clássicos que adotavam regras e limites para os artistas.
b)        Diante dos conflitos sociais os artistas e intelectuais da época expressavam a sua indiferença sobre a condição humana.
c)        Matisse, Van Gogh e Picasso expressam com seus quadros mudanças nas concepções estéticas da pintura.
d)       O Dadaísmo procurou radicalizar nas suas propostas, criticando os valores estabelecidos, com destaque para a obra de artistas como Marcel Duchamp.
e)        O Surrealismo trouxe a exploração do inconsciente, presente na pintura do espanhol Salvador Dali e na obra literária do francês André Breton.

10) (Fuvest - SP, adaptado) Olhando para esta tela do pintor brasileiro Cândido Portinari, pode-se estabelecer relações com:




a)      as idéias integralistas dos nacionalistas
b)      a doutrina social da hierarquia da Igreja católica
c)      a propaganda oficial da política de Vargas
d)     a desesperança típica do pós-guerra
e)      a postura de engajamento e crítica social.
Retirantes, de Portinari. Dimensões: 190 cm x 190 cm.
Museu de Arte de São Paulo

11) (UEL - PR) Leia
O aprendizado autodidata ou em ateliês coletivos, o ganho da vida por meio de ocupações extra-artísticas, ou nas artes aplicadas são traços de carreira de boa parte dos pintores e escultores que começaram nos anos trinta e que não provinham de famílias de posses. Para eles, a experiência parisiense de Tarsila do Amaral, a provocação cultural simbolizada na Semana de Arte de 1922, a formação européia e a fortuna de família de um Lasar Segall, ou ainda as destacadas encomendas que o governo fazia pareciam raras expressões de glória. Assim, não é de estranhar que a senda modernista para vários deles se apresentasse como via perigosa e insegura, autorizando um recuo mais precavido à arte de feitio acadêmico.
DURAND, José Carlos. Arte, privilégio e distinção. São Paulo: Perspectiva, 1989. p. 102. Adaptado.
O texto se refere:
a)      ao Grupo Ruptura e ao Movimento Tropicalista.
b)      ao Movimento Neoconcreto e ao Grupo dos Dezenove
c)      ao Movimento Antropofágico e ao Movimento Concretista
d)     ao Movimento Pau-Brasil e ao Clube dos Artistas Modernos
e)      ao Grupo Santa Helena e ao Núcleo Bernardelli

12) (Positivo, adaptado) No ano de 2008, o ator Wagner Moura interpretou o personagem Hamlet. O espetáculo contou com a direção de Aderbal Freire – Filho. Em entrevista à revista Bravo! O ator contou como se preparou para a interpretação para o famoso personagem de Shakespeare.
Nesse depoimento, destacam-se características da idealização:
A coragem de ser Hamlet
Coragem é fundamental, mas não suficiente. É preciso uma cuidadosa preparação. [...] assistiu a todas as nove adaptações para o cinema disponíveis no Brasil. “Todo Hamlet tem alguma coisa para mostrar, porque o personagem é tão grande que um ator só não vai nunca abarcar esse cara. Não posso dizer que eu tenha pegado algo específico de cada um dos que vi, mas e motivou muito ver como cada um trouxe a introspecção do personagem, a vivacidade”, diz ele.
[...] “eu achava que antes dos 30 anos não estaria preparado para fazer, nem sei se realmente estou. Além disso, eu talvez alimentasse uma fantasia de ter a idade próxima do personagem. Mas eu tenho certeza de que teatro não pede esse tipo de realismo”.
Acesso em 15 jun. 2011
Procurando esclarecer a idealização empregada na construção da personagem Hamlet, é incorreto afirmar que
a)      a idealização da personagem faz com que nenhum ator consiga interpretar Hamlet
b)      a idealização permite infinitas possibilidades de interpretação, fazendo com que cada ator apresente uma versão autêntica, mas não definitiva do personagem Hamlet
c)      cada ator que interpreta Hamlet desenvolve uma singularidade, pois o personagem idealizado apresenta diversas possibilidades de atuação.
d)     a idealização faz com que somente atores com mais de 30 anos possam interpretar esse personagem.
e)      não é necessário ter a idade correspondente à do personagem para atender as exigências da idealização.

13) (ENEM/2010) Em busca de maior de maior naturalismo em suas obras e fundamentando-se em novo conceito estético, Monet, Degas, Renoir e outros artistas passaram a explorar novas formas de composição artística, que resultaram no estilo denominado Impressionismo. Observadores atentos da natureza, esses artistas passaram a
a) retratar, em suas obras, as cores que idealizavam de acordo com o reflexo da luz solar nos objetos
b) usar mais cor preta, fazendo contornos nítidos, que melhor definiam as imagens e as cores do objeto representado
c) retratar paisagens em diferentes horas do dia, recriando, em suas telas, as imagens por elas idealizadas.
d) usar pinceladas rápidas de cores puras e dissociadas diretamente na tela, sem misturá-las antes na paleta.
e) usar as sombras em tons de cinzas e preto e com efeitos esfumaçados, tal como eram realizadas no Renascimento.

14) No Brasil do início do século XX, nota-se uma nítida divisão entre defensores de uma estética conservadora e os de uma estética renovadora, que atinge seu clímax na Semana de Arte Moderna de 1922. Mário de Andrade, autor do texto a seguir, coloca-se entre os defensores de uma nova estética.
Belo da arte: arbitrário, convencional, transitório – questão de moda. Belo da natureza: imutável, objetivo, natural – tem a eternidade que a natureza tiver. Arte não consegue reproduzir natureza, nem este é o seu fim. Todos os grandes artistas, ora conscientes (Rafael das Madonas, Rodin de Balzac, Beethoven da Pastoral, Machado de Assis do Braz Cubas) ora inconscientes (a grande maioria) foram deformadores da natureza. Donde infiro que o belo artístico será tanto mais artístico, tanto mais subjetivo, quanto mais se afastar do belo natural. Outros infiram o que quiserem. Pouco me importa.
(Mário de Andrade. Poesias completas. São Paulo: Livraria Martins Editora, s.d. p. 19)

Com base no poema e nos conhecimentos sobre o Modernismo brasileiro assinale é correto afirmar que
a)      A função do artista moderno seria imitar a natureza; a obra, portanto, deveria ser interpretação fiel do mundo natural.
b)      O belo da arte deve ser entendido como uma interpretação da natureza segundo critérios objetivos e eternos.
c)      O modernismo brasileiro propunha o desenvolvimento de uma arte livre das limitações impostas pelo academicismo e da concepção tradicional do belo.
d)     O poema critica os grandes artistas do Renascimento e do Classicismo por suas concepções subjetivas.
e)      Os grandes artistas do passado tinham consciência de sua importância na determinação dos caminhos para a arte do futuro.



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