sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Educação especial



SALA MULTIFUNCIONAL
E.M. J. F. DUTRA
 
         O presente relatório tem por objetivo apresentar as atividades trabalhadas no terceiro bimestre do ano de 2009, pelas professoras da educação inclusiva que atuam na Escola Mun. J. F. na Sala de Recursos Multifuncional.
         Recomeçamos o Atendimento Educacional Especializado na primeira semana de agosto com nossas atividades diárias normais. Logo no início do mês de agosto, recebemos a visita de coordenadores, professores e diretores da vizinha cidade maranhense, Barão de Grajaú, que tinham como finalidade obter orientações para implementação de uma Sala de Recursos e, também conhecer os detalhes sobre o atendimento como por exemplo, das deficiências que podemos trabalhar, quantas vezes por semana cada aluno é atendido, que deficiências podem ser atendidas em conjunto com outras e, principalmente conhecer os recursos confeccionados com materiais de baixo custo, na ocasião falamos dos anseios, das dificuldades e das experiências e dos sucesso.
 Definimos os horários de atendimento da fonoaudióloga e dos psicólogos, e tratamos dos detalhes do IV Seminário de Educação Inclusiva, ficando as duas professoras do AEE responsáveis para intermediar algumas palestras, colaborar na recepção dos participantes e ministrar uma oficina para confecção de material pedagógico de baixa complexidade.
 Fizemos parte da organização e execução da IV Semana do Especial participando de diversas atividades convidando os pais das crianças para uma palestra sobre os direitos dos alunos  deficientes, levamos as crianças para assistir uma peça no Teatro Maria Bonita, e, finalizamos a programação com um almoço inclusivo na APAE.
Visitamos as escolas que assistem crianças especiais nas salas regulares, a fim de adquirirmos informações sobre o desenvolvimento escolar das crianças que são atendidas no AEE.
Uma das professoras participou da Olimpíada Brasileira de Matemática das escolas públicas como ledora da prova do aluno Adaelson Ferreira Guimarães que é um aluno com cegueira.
As crianças participaram do desfile de 7 de Setembro em parceria com a APAE.
Demos continuidade às atividades com a professora Lagrimá visitando a Escola Municipal Antonio Waquim para conversar com a professora da aluna Kailene que apresenta dificuldade de comunicação verbal ficando, portanto, acertado a consulta com a fonoaudióloga.
Encerramos as atividades do terceiro bimestre com a execução do IV Seminário Municipal de Formação de Gestores e Educadores em Educação Inclusiva: Direito à  Diversidade de 21 a 25 de Setembro de 2009.
Equipe AEE


O Papel Da Família Diante Da Criança Com Necessidades Educativas Especiais

Por: Adilene de Assunção




 Do ponto de vista do MEC (1994:24), “o indivíduo excepcional com Necessidades Educativas Especiais, é aquele que apresenta diferenças físicas, sensoriais ou intelectuais”, portanto os tipos de deficiências, as causas e os principais quadros da deficiência, mostram que com alguns cuidados e prevenções, poderemos evitar que nasçam e/ou passam a ter algum tipo de deficiência vacinando-se e prevenindo-se.
Quando a família se depara com o fato de ter “um filho ou parente defeituoso” poderão ter vários tipos de reações que poderá causar inclusive desajustes familiares tais como: maus tratos, super proteção e outros tipos de ações que prejudicaria o desenvolvimento de sua independência.
Assim os pais se perguntam várias vezes com sentimentos de autocomiseração, “Por quê?”, “Como isso foi acontecer com meu filho?”, e às vezes negando aquela criança, e a reação mais freqüente é a de buscar um culpado para amenizar aquela dor, avaliada como perda. Pais que cometem atos violentos contra a criança, e tentam remediar suas angustias e ansiedades, agindo de forma muitas vezes agressiva, e se não procurarem uma ajuda psicológica e/ou um tratamento adequado poderá trazer para casa um conflito ainda maior, como o de abandono.
Quanto ao papel destinado a família para essa situação, nem todos os pais estão cientes de sua própria responsabilidade, de seus direito e deveres, deixando agravar situações como da saúde e mais ainda deixando de acompanhar o desenvolvimento do seu filho por ignorância ou por outra causa qualquer, este acompanhamento é muito importante, apoiando-os a aprender a ser, desde ao nascer  até a fase em que possa se tornar independente perante a realidade e a sociedade.
Perfil do Autor
Adilene de Assunção Pedagoga,Especialista em Educação Infantil e Especial,4º Semestre em Fonoaudiologia. Benedita Ened Couto Peixoto da Silva. Pedagoga, especialista em Educação Especial, Psicopedagoga e artes visuais. Benedita Débora Pinto Moraes Costa Pedagoga com Especialização em Psicopedagogia e Educação Especial
  

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